Defensoria Pública capacita estudantes da Faseh porquê conciliadores


Estudantes da Faseh, do curso de Recta, participaram do curso “Aprendendo a Conciliar”, promovido pela Defensoria Pública de Minas Gerais. Em parceria com o Cejusc de Vespasiano, eles atenderam mais de 120 pessoas entre os meses de março, abril e maio.

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A prática fez secção de uma das etapas do curso de capacitação de conciliadores da Defensoria Pública de Minas Gerais.

A
parceria entre os órgãos e a Faculdade da Saúde e Ecologia Humana – Faseh,
habilitou alunos de todos os períodos para atuarem porquê conciliadores nas
audiências de causas em que a figura deste tipo de mediador é solicitada ou
recomendada. 

Estudantes da Faseh
Núcleo de práticas jurídicas e cidadãs da FASEH atendeu muro de 128 pessoas em três meses, gerando 62 acordos.

As audiências de conciliação acontecem nos juizados e na justiça
generalidade, de contrato com o Código de Processo Social de 2015, e somente não serão
realizadas se as partes manifestarem desinteresse ou se o recta não comportar a
autocomposição.

O curso “Aprendendo a Conciliar” vem da teoria de aumentar o número de assistidos atendidos pela Defensoria Pública e para trazer para os acadêmicos a oportunidade de aprender na prática porquê conciliar.

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Em 3 meses de atividades, as aulas consistem em dois módulos: um prático e um teórico. Depois das aulas sobre técnicas de conciliação e mediação, os estudantes da Faseh fora para às audiências, e com o auxílio de um padroeiro, eles buscaram resolver os atendimentos de casos reais, por meio do diálogo.

População teve atendimento gratuito.

A oportunidade da formação extra
curricular foi uma parceria desenvolvida entre a Faculdade da Saúde e Ecologia
Humana e a Defensoria Pública, em Vespasiano, para estimular a cultura da pacificação,
ou seja da solução de conflitos sem o litígio judicial.

Assim porquê no recta público, o
recta privado também tem utilizado a conciliação porquê forma de resolver uma
situação com efeitos jurídicos ou não. 

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A
escolha pode ser solicitada em casos de pensão alimentícia, divórcio,
desapropriação, inventário, partilha, guarda de menores, acidentes de trânsito,
dívidas em bancos e financeiras e problemas de condomínio, por exemplo.

Por
outro lado, não é provável conciliar em situações de processos que envolvam
crimes contra a vida (homicídios, por exemplo) e situações previstas na Lei
Maria da Penha.

estudantes da Faseh
Alunos agradeceram à Defensora Pública Romana Costa pela sensibilidade estimulada durante o curso.

Dessa
forma, as instituições jurídicas tentam dar presteza à fileira de processos que
se acumulam nos tribunais no Brasil.

A
premência de promover um aproximação à justiça mais dinâmico é observada
atentamente pelos especialistas.

Para a professora do NPJC da FASEH, Dra. Ana Cristina Gurgel,

“é muito importante para os alunos vivenciarem e praticarem os métodos de autocomposição, tendo em vista que são ferramentas céleres e eficientes na promoção da pacificação social”, afirma.

Para a Defensora Pública Dra. Romana Costa Luz de Almeida,

a solução extra-judicial é a novidade tendência. Desde o novo Código de Processo Social, o foco tem sido resolver os conflitos fora do judiciário”. “Os estudantes precisam estar antenados, pois todos os profissionais do recta, sejam eles advogados, juízes ou promotores, sabem que é preciso saber conciliar”, destacou a defensora.

Estudantes da Faseh

Segundo
os alunos que participaram da capacitação, a maioria dos casos que eles
ajudaram a conciliar eram casos de recta de família, porquê divórcio ou
cobranças de pensão alimentícia.

Com
62 acordos firmados, as audiências seguiram os ritos do diálogo e da solução
pacífica.

Estudantes da Faseh
Dra. Romana Costa, Dr. Ricardo Guimarães e a futura Dra. Sônia.

Um
jovem perdeu a mãe em função de um cancro. Na tristeza do luto, acabou
tornando-se dependente químico. Ele não conseguia estabilizar-se em seu
tratamento e vez ou outra acabava precisando da ajuda da avó ou do pai para
tratar sua doença.

A guarda do menor tornou-se um problema para o pai e para a mãe de sua mãe. O caso foi levado para uma audiência no NPJC da FASEH. No núcleo, o atendimento foi feito por Tariane de Moura Cândido, estudante do 10° período do curso de Recta da FASEH.

“A avó queria a guarda do jovem, mas a rebeldia dele estava deixando-a muito esgotada”, relembra Tariane.

Por Felipe Cruz, com informações da Ascom Faseh.

Formado em Jornalismo pelo Uni-BH, especializado em Marketing Político e Mídias Digitais. Ceo do Vetor Setentrião Notícias e diretor de teor.
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